Acompanho o servidor público do concurso de ingresso até o processo administrativo disciplinar.
Reprovado de forma injusta no exame médico, psicológico, investigação social, teste físico ou em questões da prova. Analiso as suas chances reais antes de qualquer ação. Fale comigo →
Aprovado dentro do número de vagas e não nomeado, ou terceirizados contratados no lugar dos aprovados durante a validade do concurso. Fale comigo →
Servidor público ou militar respondendo a PAD ou sindicância: defesa durante o processo e recurso contra a punição. Fale comigo →
No canal, mostro a verdade processual das polêmicas de cada concurso.
Auxiliar as pessoas a concretizar os seus direitos, especialmente nas diversas etapas existentes em concursos públicos.
Discutir, quando há fundamento, os prejuízos causados aos candidatos por falhas nas provas e nas demais etapas do concurso público.
Prestar um atendimento pessoal e responsável de modo a inteirar o cliente sobre o andamento de seu caso.
OAB/SC 54.359
contato@renanfreitas.adv.br
• Gestão da Tecnologia da Informação Pela Universidade Paulista
• Bacharel em Direito
• Pós graduado em Direito Administrativo
• Pós graduado em Direito Processual Civil
• Presidente da Associação de Fiscalização e Controle dos Atos Públicos de Santa Catarina (AFCAP) na gestão 2017 – 2018 e 2019 – 2020
• Presidente do Instituto Brasileiro do Concurso Público
• Autor do livro Concurso Público – uma análise jurisprudencial e doutrinária
OAB/SC 54.359
• Gestão da Tecnologia da Informação Pela Universidade Paulista
• Bacharel em Direito
• Pós graduado em Direito Administrativo
• Pós graduado em Direito Processual Civil
• Presidente da Associação de Fiscalização e Controle dos Atos Públicos de Santa Catarina (AFCAP) na gestão 2017 – 2018 e 2019 – 2020
• Presidente do Instituto Brasileiro do Concurso Público
• Autor do livro Concurso Público – uma análise jurisprudencial e doutrinária
O edital do CFO/2027 da PMMG não reserva nenhuma das 90 vagas para pessoas com deficiência. Levei o caso à Justiça de Minas e ao STF, que já pediu informações. Entenda.
A Justiça mandou o Estado reservar no mínimo 25 vagas para pessoas com deficiência no concurso de Soldado da PMSC e estender as adaptações das provas. O edital já foi retificado. Entenda o que mudou.
O edital da Polícia Penal de São Paulo destinava as 1.100 vagas só a homens. A Justiça suspendeu o concurso, o Estado admitiu o erro, abriu inscrições para mulheres e remarcou a prova. Entenda.
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